Em Julho, o indicador de sentimento económico registou um aumento significativo na União Europeia (+1,9 pontos) situando-se agora nos 102,2 cresultado de evoluções positiva em todoas as suas componentes à exscepção da construção. Enquanto que por países se destacaram as evoluções verificadas na Alemanha (+4 pontos) e na França (+2,6 pontos). Apesar da maioria dos países ter registado um aumento, este movimento não foi uniforme tendo-se verificado descidas na Bulgária (-0,5), Finlândia (-0,6), Eslovénia (-0,9), Suécia (-1,2) e Espanha (-2,2).
Em Portugal este indicador subiu 3,1 pontos para 93,3 pontos, tendo-se verificado evoluções favoráveis na indústria (+2 pontos), serviços (+3 pontos) e no comércio a retalho (+1 ponto), enquanto que a confiança dos consumidores se manteve inalterada e a dos construtores registou uma queda de 2 pontos.
sábado, 31 de julho de 2010
PIB nos EUA
Os dados preliminares divulgados pelo BEA apontam para que um crescimento do PIB dos EUA no 2.º trimestre à taxa anual de 2,4%, o que representa um abrandamento face aos 5,0% registados no 3.º trimestre de 2009 e aos 3,7% do trimestre anterior.
Para este abrandamento contribuiu um menor crescimento do consumo privado, sobretudo em bens não duradouros e serviços, uma natural redução da contribuição da acumulação de stocks (que ainda assim aumentaram a um ritmo superior ao registado no trimestre anterior) e uma redução do contributo da procura externa líquida resultado de uma redução da taxa de crescimento das exportações (que ainda assim aumentou ao ritmo de 10,4%) e sobretudo do forte aumento das importações (que cresceram à taxa anual de 28,8%).
Enquanto que se verificou um recuperação considerável do investimento em equipamento e software (taxa anual de 21,5%) e residencial (taxa anual de 27,8%) e do consumo público (taxa anual de 4,4%).
Para este abrandamento contribuiu um menor crescimento do consumo privado, sobretudo em bens não duradouros e serviços, uma natural redução da contribuição da acumulação de stocks (que ainda assim aumentaram a um ritmo superior ao registado no trimestre anterior) e uma redução do contributo da procura externa líquida resultado de uma redução da taxa de crescimento das exportações (que ainda assim aumentou ao ritmo de 10,4%) e sobretudo do forte aumento das importações (que cresceram à taxa anual de 28,8%).
Enquanto que se verificou um recuperação considerável do investimento em equipamento e software (taxa anual de 21,5%) e residencial (taxa anual de 27,8%) e do consumo público (taxa anual de 4,4%).
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Projecções do Banco de Portugal
No seu Boletim Económico de Verão, o Banco de Portugal traça um quadro não muito animador para as perspectivas para a economia portuguesa. Face ao acentuado desequilibrio macroeconómicos face ao exterior o Banco de Portugal considera que "o ajustamento dos balanços dos agentes económicos ainda não se iniciou de forma marcada" e que "o dinamismo da procura interna observado na primeira metade de 2010 não se deverá contudo revelar sustentável", prevendo que após um crescimento de 0,9% em 2010 o PIB aumente apenas 0,2% em 2011 num quadro de redução do consumo privado (-0,9%) e sobretudo do consumo público (-1,4%) e do investimento (-1,6%).
Note-se, no entanto, que no cenário traçado pelo Banco de Portugal apesar da quebra (-1,1%) da procura interna e do aumento de 3,7% nas exportações o défice da balança corrente e de capital se situa, ainda assim, em cerca de 8,2% do PIB, justificando a afirmação contida no Relatório de que "Esta evolução tenderá a persistir, dado que a presente projeção não contempla um ajustamento significativo dos desequilíbrios macroeconómicos". Referindo-se no Relatório que existe uma probabilidade superior a 50% de uma variação negativa do PIB em 2011 e "que num quadro de manutenção de uma acentuada discriminação do risco soberano a nível global e de fortes tensões nos mercados fi nanceiros internacionais, um eventual processo de ajustamento mais abrupto da economia portuguesa poderia implicar uma queda acentuada da atividade económica em 2011".
Particularmente negativas são, igualmente, as previsões para a evolução do emprego que de acordo com o Relatório "será marcada pelo crescimento limitado da atividade e da procura de trabalho no período 2010-2011. As atuais projeções contemplam uma redução do emprego de 1,1 e 0,3 por cento em 2010 e 2011, respectivamente".
Note-se, no entanto, que no cenário traçado pelo Banco de Portugal apesar da quebra (-1,1%) da procura interna e do aumento de 3,7% nas exportações o défice da balança corrente e de capital se situa, ainda assim, em cerca de 8,2% do PIB, justificando a afirmação contida no Relatório de que "Esta evolução tenderá a persistir, dado que a presente projeção não contempla um ajustamento significativo dos desequilíbrios macroeconómicos". Referindo-se no Relatório que existe uma probabilidade superior a 50% de uma variação negativa do PIB em 2011 e "que num quadro de manutenção de uma acentuada discriminação do risco soberano a nível global e de fortes tensões nos mercados fi nanceiros internacionais, um eventual processo de ajustamento mais abrupto da economia portuguesa poderia implicar uma queda acentuada da atividade económica em 2011".
Particularmente negativas são, igualmente, as previsões para a evolução do emprego que de acordo com o Relatório "será marcada pelo crescimento limitado da atividade e da procura de trabalho no período 2010-2011. As atuais projeções contemplam uma redução do emprego de 1,1 e 0,3 por cento em 2010 e 2011, respectivamente".
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Evolução das necessidades de financiamento da economia portuguesa
De acordo com as contas nacionais trimestrais por sector institucional divulgadas pelo INE nos últimos 12 meses terminados em Março as necessidades de financiamento face ao exterior situaram-se em cerca de 8,6% do PIB, o que representa uma queda significativa (-2,9 pp) face ao valor registado nos 12 meses anteriores.
Esta redução resultou sobretudo da queda na formação bruta do capital fixo que caiu 2,8 pp (para 19,6% do PIB que corresponde ao valor mais baixo da série iniciada em 1999), para a qual contribuíram as famílias com uma redução de 9,2% (correspondente a 0,5 % do PIB) e as sociedades onde a FBCF caiu 18,1% (correspondente a 2,4% do PIB), enquanto que, em sentido contrário a FBCF das administrações públicas aumentou 5,8% (cerca de 0,2% do PIB).
Por seu lado, a poupança bruta aumentou o correspondente a 0,2% do PIB, uma vez que o aumento substancial da poupança bruta do sector privado (correspondente a 2,4% do PIB no caso das famílias e 1,6% do PIB no caso das sociedades) foi contrabalançado pela redução da poupança bruta das administrações públicas (correspondente a 3,7% do PIB).
A redução do desequilíbrio externo é também evidenciada pelos dados da balança de pagamentos publicados pelo Banco de Portugal que aponta para que o défice da BTC nos últimos 12 meses terminados em Março se tenha reduzido para cerca de 9,7% do PIB (uma melhoria de cerca de 2,9 pp) que resulta quer de uma redução do défice da balança de bens e serviços (BBS) correspondente a 2,5% do PIB quer de uma redução do défice da balança de rendimentos equivalente a 0,5% do PIB.
Apesar destas melhorias a posição líquida internacional continuou a deteriorar-se equivalendo no final do primeiro trimestre de 2010 a cerca de 109,5% do PIB (o que representa uma subida de 9,8 pp face ao primeiro trimestre de 2009). Sendo de notar que mesmo assumindo uma taxa de crescimento do PIB nominal de 4% para estabilizar o rácio da posição líquida externa face ao PIB seria necessário que o défice externo se situasse próximo dos 4,5% do PIB, o que, mesmo num cenário de estabilidade de taxas de juro, vai continuar a exigir esforços adicionais de aumento da poupança e/ou redução do investimento bastante significativos.
Esta redução resultou sobretudo da queda na formação bruta do capital fixo que caiu 2,8 pp (para 19,6% do PIB que corresponde ao valor mais baixo da série iniciada em 1999), para a qual contribuíram as famílias com uma redução de 9,2% (correspondente a 0,5 % do PIB) e as sociedades onde a FBCF caiu 18,1% (correspondente a 2,4% do PIB), enquanto que, em sentido contrário a FBCF das administrações públicas aumentou 5,8% (cerca de 0,2% do PIB).
Por seu lado, a poupança bruta aumentou o correspondente a 0,2% do PIB, uma vez que o aumento substancial da poupança bruta do sector privado (correspondente a 2,4% do PIB no caso das famílias e 1,6% do PIB no caso das sociedades) foi contrabalançado pela redução da poupança bruta das administrações públicas (correspondente a 3,7% do PIB).
A redução do desequilíbrio externo é também evidenciada pelos dados da balança de pagamentos publicados pelo Banco de Portugal que aponta para que o défice da BTC nos últimos 12 meses terminados em Março se tenha reduzido para cerca de 9,7% do PIB (uma melhoria de cerca de 2,9 pp) que resulta quer de uma redução do défice da balança de bens e serviços (BBS) correspondente a 2,5% do PIB quer de uma redução do défice da balança de rendimentos equivalente a 0,5% do PIB.
Apesar destas melhorias a posição líquida internacional continuou a deteriorar-se equivalendo no final do primeiro trimestre de 2010 a cerca de 109,5% do PIB (o que representa uma subida de 9,8 pp face ao primeiro trimestre de 2009). Sendo de notar que mesmo assumindo uma taxa de crescimento do PIB nominal de 4% para estabilizar o rácio da posição líquida externa face ao PIB seria necessário que o défice externo se situasse próximo dos 4,5% do PIB, o que, mesmo num cenário de estabilidade de taxas de juro, vai continuar a exigir esforços adicionais de aumento da poupança e/ou redução do investimento bastante significativos.
sábado, 3 de julho de 2010
ISM e emprego nos EUA
A descida do ISM em 3,5 pontos (para 56,2) aponta para uma desaceleração do crescimento da actividade industrial nos EUA, parecendo particularmente significativo a desaceleração da componente novas encomendas (-7,2 pontos para 58,5).
A falta de vigor da recuperação dos EUA foi também evidengte nos dados relativos à evolução do emprego que apontam para que uma subida dos assalariados no sector privado de apenas 83 mil (em termos globais registou-se uma redução de 125 mil resultado de uma redução de 208 mil de postos de trabalho no sector público que haviam aumentado 400 mil no mês precedente, valores influenciados pelos trabalhadores temporários contrratados no ambito dos trabalhos para o Census 2010).
Apesar disso a taxa de desemprego reduziu-se de 9,7% para 9,5% mas fruto da redução (-0,3 pp) da taxa de actividade, tendo-se registado uma redução de 301 mil empregados.
A falta de vigor da recuperação dos EUA foi também evidengte nos dados relativos à evolução do emprego que apontam para que uma subida dos assalariados no sector privado de apenas 83 mil (em termos globais registou-se uma redução de 125 mil resultado de uma redução de 208 mil de postos de trabalho no sector público que haviam aumentado 400 mil no mês precedente, valores influenciados pelos trabalhadores temporários contrratados no ambito dos trabalhos para o Census 2010).
Apesar disso a taxa de desemprego reduziu-se de 9,7% para 9,5% mas fruto da redução (-0,3 pp) da taxa de actividade, tendo-se registado uma redução de 301 mil empregados.
Indicador de Sentimento Economico
O Indicador de Sentimento Económico desceu ligeiramente (-0,1 pontos) na União Europeia situando-se em Junho em 100,1, enquanto que na zona euro subiu 0,3 pontos (para 98,7 pontos). Por sectores de actividade o facto mais saliente será a redução da confiança na indústria, interrompendo um ciclo de 14 meses de recuperação. Enquanto que por países ressalta a subida registada na Espanha (+2,3 para 90,9) e a descida verificada no Reino Unido (- 3 pontos para 99,4), sendo ainda de referir que o indicador de sentimento económico desceu em 11 dos países da UE e estagnou em dois, dados que confirmam uma perda de vigor da recuperação.
Entretanto, em portugal este indicador reduziu-se em 0,9 pontos, para 90,2.
Entretanto, em portugal este indicador reduziu-se em 0,9 pontos, para 90,2.
domingo, 20 de junho de 2010
Tempos incertos
De Espanha continuam a chegar notícias preocupantes, nomeadamente quanto à solidez financeira do seu sistema bancário (especialmente das caixas) e à subida dos custos de emissão da dívida pública. Contribuindo para um sentimento de que a Espanha poderá ser mesmo "forçada" a recorrer à ajuda dos FMI e dos seus parceiros da zona euro e obrigou a (mais uma) ronda de esforços quer do FMI quer da União Europeia para "acalmar" os mercados.
Sem querer parecer catastrofista, parece-me, contudo, que estes esforços poderão, quanto muito, permitir ganhar algumas semanas.
No caso da visita do director-geral do FMI não é crível que se tenha deslocado a Madrid apenas para "credibilizar o plano de saída da crise", parecendo-me bastante provável que a viagem terá servido pelo mesmo para que o FMI possa ter uma percepção mais exacta da rela situação do sistema financeiro da Espanha e construir contactos que permitam uma acção mais rápida em caso de materialização dos receios de necessidade de intervenção. O que diga-se é, aliás, positivo. Pena foi que o director-geral do FMI não tenha sabido resistir a comparar a situação de Espanha com a portuguesa, alertando para os nossos excessivos níveis de endividamento. O que sendo um facto não deixa de ser contraproducente, não apenas para Portugal mas também para a própria situação de Espanha na medida em que os bancos espanhois são precisamente os mais expostos em Portugal com posições face a residentes portugueses superiores a 100 mil milhões de euros (ver este blog).
No plano da União Europeia tivemos mais uma reunião em que fundamentalmente tivemos mais um voto de fé relativamente a um reforço da coordenação / vigilância da situação das finanças públicas e da evolução macroeconómica e da supervisão financeira. Medidas cujos efeitos tem, no entanto, mais a ver com o evitar de próximas crises do que resolver aquela que actualmente atravessamos. No que se refere ao curto prazo, assistimos sobretudo a um compromisso de aceleração dos esforços de consolidação orçamental, se necessário e de divulgação dos "stress tests" ao sistema bancário que deverá ocorrer o mais tardar na segunda metade de Julho. Relativamente a este ponto, importa recordar que, em 2009, os EUA impementaram uma medida similar que teve bastante sucesso. Mas que para esse sucesso foi decisivo, por um lado, a transparência (e credibilidade) das hipóteses assumidas no exercício e, sobretudo, que a maioria dos bancos identificados como tendo capitais próprios insuficientes tenham imediatamente anunciado planos detalhados sobre a forma como iriam obter os capitais adicionais necessários. A decisão de divulgação destes testes, além de colocar os mercados numa posição de expectiva durante um longo mês, coloca um dilema. Se, por um lado, uma conclusão de que todos os bancos são sólidos não será credível, por outro lado, a identificação de (alguns) bancos em situação de carência de capital exigirá a imediata divulgação de medidas que resolvam a situação desses bancos, se necessário com recurso a fundos públicos criando dificulades políticas e financeiras aos Estados-membros desses bancos.
Ainda quanto ao Conselho Europeu, outra "novidade" foi a do acordo para criação de uma taxa sobre o sistema financeiro. O que leio no comunicado do Conselho fica, no entanto, muito aquém de uma decisão definitiva, pois aqui diz-se que "Such levies or taxes should be part of a credible resolution framework. Further work is urgently required on their main features and issues of level playing field and cumulative impacts of various regulatory measures should be carefully assessed. The European Council invites the Council and the Commission to take this work forward and report back in October 2010". Ou seja, nesta matéria da criação de uma taxa sobre o sistema financeiro temos, quanto muito, um acordo de princípio, mas como se costuma dizer "o diabo está nos detalhes".
Sem querer parecer catastrofista, parece-me, contudo, que estes esforços poderão, quanto muito, permitir ganhar algumas semanas.
No caso da visita do director-geral do FMI não é crível que se tenha deslocado a Madrid apenas para "credibilizar o plano de saída da crise", parecendo-me bastante provável que a viagem terá servido pelo mesmo para que o FMI possa ter uma percepção mais exacta da rela situação do sistema financeiro da Espanha e construir contactos que permitam uma acção mais rápida em caso de materialização dos receios de necessidade de intervenção. O que diga-se é, aliás, positivo. Pena foi que o director-geral do FMI não tenha sabido resistir a comparar a situação de Espanha com a portuguesa, alertando para os nossos excessivos níveis de endividamento. O que sendo um facto não deixa de ser contraproducente, não apenas para Portugal mas também para a própria situação de Espanha na medida em que os bancos espanhois são precisamente os mais expostos em Portugal com posições face a residentes portugueses superiores a 100 mil milhões de euros (ver este blog).
No plano da União Europeia tivemos mais uma reunião em que fundamentalmente tivemos mais um voto de fé relativamente a um reforço da coordenação / vigilância da situação das finanças públicas e da evolução macroeconómica e da supervisão financeira. Medidas cujos efeitos tem, no entanto, mais a ver com o evitar de próximas crises do que resolver aquela que actualmente atravessamos. No que se refere ao curto prazo, assistimos sobretudo a um compromisso de aceleração dos esforços de consolidação orçamental, se necessário e de divulgação dos "stress tests" ao sistema bancário que deverá ocorrer o mais tardar na segunda metade de Julho. Relativamente a este ponto, importa recordar que, em 2009, os EUA impementaram uma medida similar que teve bastante sucesso. Mas que para esse sucesso foi decisivo, por um lado, a transparência (e credibilidade) das hipóteses assumidas no exercício e, sobretudo, que a maioria dos bancos identificados como tendo capitais próprios insuficientes tenham imediatamente anunciado planos detalhados sobre a forma como iriam obter os capitais adicionais necessários. A decisão de divulgação destes testes, além de colocar os mercados numa posição de expectiva durante um longo mês, coloca um dilema. Se, por um lado, uma conclusão de que todos os bancos são sólidos não será credível, por outro lado, a identificação de (alguns) bancos em situação de carência de capital exigirá a imediata divulgação de medidas que resolvam a situação desses bancos, se necessário com recurso a fundos públicos criando dificulades políticas e financeiras aos Estados-membros desses bancos.
Ainda quanto ao Conselho Europeu, outra "novidade" foi a do acordo para criação de uma taxa sobre o sistema financeiro. O que leio no comunicado do Conselho fica, no entanto, muito aquém de uma decisão definitiva, pois aqui diz-se que "Such levies or taxes should be part of a credible resolution framework. Further work is urgently required on their main features and issues of level playing field and cumulative impacts of various regulatory measures should be carefully assessed. The European Council invites the Council and the Commission to take this work forward and report back in October 2010". Ou seja, nesta matéria da criação de uma taxa sobre o sistema financeiro temos, quanto muito, um acordo de princípio, mas como se costuma dizer "o diabo está nos detalhes".
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