No leilão hoje realizado pelo IGCP foram colocados 985 milhões de euros de BT's com a 3 meses e 172 milhões de BT's a 6 meses às taxas médias ponderadas de 4,854% e 4,989%, respectivamente.
No entanto, apesar da forte procura o montante total colocado (1.157 milhões de euros) ficou abaixo do limite superior do montante indicativo (1.250 milhões de euros) num contexto em que as primeiras taxas não aceites foram de 5,000% e 5,100%.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Evolução do PIB na União Europeia - 2.º trimestre de 2011
De acordo com o Eurostat o PIB na União Europeia e na zona euro aumentou 0,2% face ao trimestre precedente e 1,7% face ao trimestre homólogo. Valores que confirmam a expectativa de desaceleração do crescimento da actividade económica, sendo de destacar os fracos crescimentos face ao trimestre anterior verificados na Alemanha (0,1%), França (0,0%) e Reino Unido (0,2%). Enquanto que para Espanha e Itália o Eurostat aponta para taxas de crescimento de 0,2% e 0,3%, respectivamente.
Assinale-se, por outro lado, que nos 20 países para os quais foram divulgadas estimativas nenhuma aponta para um decréscimo da actividade face ao primeiro trimestre e as fortes taxas de crescimento verificadas nos países escandinavos (Suécia: +1,0%, Finlândia: +1,2%) e nos países bálticos (Estónia: +1,8%, Letónia: +2,2%).
Em termos homólogos o único país que apresenta um decréscimo do PIB é Portugal (-0,9%) ao qual no entanto poderemos igualmente juntar a Grécia, país para o qual o Eurostat não divulgou estimativa mas onde no trimestre anterior o PIB apresentava uma queda de 5,5% em termos homólogos que de acordo com notícias recentes se terá agravado para 6,9%.
Assinale-se, por outro lado, que nos 20 países para os quais foram divulgadas estimativas nenhuma aponta para um decréscimo da actividade face ao primeiro trimestre e as fortes taxas de crescimento verificadas nos países escandinavos (Suécia: +1,0%, Finlândia: +1,2%) e nos países bálticos (Estónia: +1,8%, Letónia: +2,2%).
Em termos homólogos o único país que apresenta um decréscimo do PIB é Portugal (-0,9%) ao qual no entanto poderemos igualmente juntar a Grécia, país para o qual o Eurostat não divulgou estimativa mas onde no trimestre anterior o PIB apresentava uma queda de 5,5% em termos homólogos que de acordo com notícias recentes se terá agravado para 6,9%.
Evolução do PIB português no 2.º trimestre de 2011
De acordo com a estimativa rápida hoje divulgada pelo INE, no segundo trimestre do corrente ano o PIB português terá registado uma queda de 0,6% face ao período homólogo (mantendo-se estável face ao período precedente). De acordo com INE esta queda do produto resulta da evolução negativa da procura interna associada a uma acentuada diminuição do Investimento e das Despesas de Consumo Final das Famílias, sobretudo na componente de bens duradouros, e que se terá também reflectido numa diminuição das Importações de Bens e Serviços. Enquanto que, pelo contrário, e as Exportações de Bens e Serviços, que mantiveram um elevado crescimento homólogo.
sábado, 13 de agosto de 2011
Evolução da economia portuguesa no 2.º trimestre de 2011
Os indicadores do INE relativos ao trimestre de Abril a Junho de 2011 apontam para um agravamento das condições da actividade nos sectores da contrução e serviços com quedas do volume de negócios face ao período homólogo de 9,3% e 6,3%, respectivamente, valores mais negativos que os registados no primeiro trimestre (6,9% e 3,4%). Enquanto que o volume de negócios total no comércio a retalho caiu 5,1% (4,9% no trimestre anterior), com a queda nas vendas de bens não alimentares excepto combustível a atingir os 12,2% (11,8% no trimestre anterior). Enquanto que na indústria se verificou uma queda de 2,1% (aumento de 0,7% no trimestre anterior).
Como facto positivos destaque-se a evolução favorável do comércio externo, onde se registou uma redução do défice comercial comparativamente ao registado no trimestre homólogo de 2010 de cerca de 1,3 mil milhões de euros. Resultado de aumento das saídas de 17,4% (impulsionado por um aumento das exportações de automóveis de passageiros superior a 50%) face a um aumento das entradas de apenas 1,7%. De notar que a fraca dinâmica das importações parece associada à contração do consumo e do investimento, tendo-se registado uma quebra de 19,2% nas importações de automóveis de passageiros, de 16% nas importações de bens de consumo duradouros e de 5,6% nas importações de máquinas e outros bens de equipamento, valores que compensaram o agravamento em 369 milhões de euros do défice na rubrica combustíveis e lubrificantes.
Como facto positivos destaque-se a evolução favorável do comércio externo, onde se registou uma redução do défice comercial comparativamente ao registado no trimestre homólogo de 2010 de cerca de 1,3 mil milhões de euros. Resultado de aumento das saídas de 17,4% (impulsionado por um aumento das exportações de automóveis de passageiros superior a 50%) face a um aumento das entradas de apenas 1,7%. De notar que a fraca dinâmica das importações parece associada à contração do consumo e do investimento, tendo-se registado uma quebra de 19,2% nas importações de automóveis de passageiros, de 16% nas importações de bens de consumo duradouros e de 5,6% nas importações de máquinas e outros bens de equipamento, valores que compensaram o agravamento em 369 milhões de euros do défice na rubrica combustíveis e lubrificantes.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Ler os Outros: The Proper Etiquette for Market Panics
Recomendo este excelente post do Psy-Fi sobre o funcionamento dos mercados em períodos de forte turbulência.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Produção da construção em Portugal - Junho de 2011
De acordo com o INE, em Junho de 2011 a produção no sector da construção apresentou uma redução de 9,5% face ao período homólogo, situando-se a taxa de variação média nos últimos 12 meses em -8,5% (11,2% na construção de edifícios e 6,0% nas obras de engenharia).
A média anual do indice de produção situou-se, em Junho, em 72,8 pontos valor que representa uma queda de 41% face ao valor máximo registado em Abril de 2002, sendo que no caso da construção de edificios a redução face ao máximo histórico atinge os 49,1% e a redução do emprego face ao máximo verificado em Junho de 2002 corresponde a 39,1%.
A média anual do indice de produção situou-se, em Junho, em 72,8 pontos valor que representa uma queda de 41% face ao valor máximo registado em Abril de 2002, sendo que no caso da construção de edificios a redução face ao máximo histórico atinge os 49,1% e a redução do emprego face ao máximo verificado em Junho de 2002 corresponde a 39,1%.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
The fear factor
A evolução dos mercados no dia de hoje foi marcada pela acentuada queda dos mercados bolsistas - com destaque para as acções das empresas do sector financeiro para o que terão contribuido os rumores relativamente à situação da Societé Generale -, ma também pela pela forte a valorização dos activos tradicionais de refúgio com os yields das obrigações do Tesouro a 10 anos a caírem para 2,106% (valores similares aos verificados no final de 2008 após o colapso do Lehman Brothers) e o ouro a superar os 1800 dólares por onça.
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