A sondagem da Aximage para o Jornal de Negócios e para o Correio da Manhã realizada entre 5 e 8 de feveriro aponta para a seguinte dsitribuição das intenções de voto:
PS: 32% (-0,9 pp)
PSD: 29,1% (+2,8 pp)
CDU: 11,5% (-0,3 pp)
CDS: 8,7% (-1,6 pp)
BE: 6,3% (-1,1 pp)
Brancos/nulos: 10,3% (+1,5 pp)
Salientando-se a recuperação significativa do PSD num contexto generalizado de descida dos restantes partidos que afetou quer os partidos da oposição à esquerda quer o seu parceiro de coligação, e que se traduziu, nomeadamente num estreitar da vantagem do PS para apenas 2,9 pontos percentuais. Sendo, por outro lado, assinalar a subida quer dos "brancos / nulos" quer da abstenção.
Relativamente às restantes questões colocadas nesta sondagem realce-se, ainda, a redução significativa (de 68,9% para 56,6%) para da percentagem dos inquiridos que considera que Portugal está a ir numa direção "má" e o aumento (de 22,8% para 33,6%) dos que que consideram que essa direção é "boa".
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Evolução do PIB no 4.º trimestre 2012
A estimativa rápida do INE para o PIB português no 4.º trimestre de 2012 aponta para uma taxa de variação homóloga de -3,8% (-3,5% no trimestre anterior) e uma taxa de variação em cadeia face ao trimestre anterior de -1,8% (a qual corresponde a uma taxa anualizada de cerca de 7,0%).
Para o conjunto do ano de 2012, a contração do PIB face ao ano anterior ter-se-á situado nos 3,2% (mais 0,2 pontos percentuais do que a previsão de -3,0% constante do cenário macroeconómico do OE para 2013).
Este comportamento negativo terá sido consequência da redução significativa do contributo positivo da procura externa líquida em virtude da redução exportações e de uma diminiuição menos acentuada das importações. Enquanto que, em sentido oposto, a evolução da procura interna, e nomeadamente do investido, terá sido menos expressiva do que a ocorrida em trimestres anteriores.
Note-se que o PIB português encontra-se em queda há nove trimestres consecutivos e que a redução acumulada do PIB face ao máximo histórico registado no 4.º trimestre de 2007 ascenderá a cerca de 8,3%.
Para o conjunto do ano de 2012, a contração do PIB face ao ano anterior ter-se-á situado nos 3,2% (mais 0,2 pontos percentuais do que a previsão de -3,0% constante do cenário macroeconómico do OE para 2013).
Este comportamento negativo terá sido consequência da redução significativa do contributo positivo da procura externa líquida em virtude da redução exportações e de uma diminiuição menos acentuada das importações. Enquanto que, em sentido oposto, a evolução da procura interna, e nomeadamente do investido, terá sido menos expressiva do que a ocorrida em trimestres anteriores.
Note-se que o PIB português encontra-se em queda há nove trimestres consecutivos e que a redução acumulada do PIB face ao máximo histórico registado no 4.º trimestre de 2007 ascenderá a cerca de 8,3%.
Ler os outros: Francisco Assis
"Infelizmente têm-se vindo a manifestar preocupantes sinais populistas na vida política portuguesa. Uns à direita e outros à esqueda. Uns na maioria e outros na oposição. Perturbam-me sobretudo, como é compreensível, aqueles que afectam o Partido Socialista. Quando vejo figuras do meu próprio Partido a acolherem o discurso protofascista do ataque às elites tenho razões para ficar preocupado. Muito preocupado até."
(Excerto da crónica de hoje no jornal Público)
(Excerto da crónica de hoje no jornal Público)
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Estatisticas do emprego - 4.º trimestre 2012
Segundo o INE , no 4.º trimestre de 2012 o número de desempregados ascendia a 923,2 milhares e a taxa de desemprego em Portugal atingiu os 16,9% (um aumento de 2,9 pontos percentuais face ao trimestre homólogo de 2011), sendo de salientar que os desempregados há mais de 12 meses representam 8,5% da população ativa (e cerca de 56% do total de desempregados) e que a taxa de desemprego nos jovens até aos 24 anos se situa nos 40%.
Este resultado foi obtido apesar da redução significativa de 51,5 milhares (0,9%) da população ativa e que o número de empregados no último ano se reduziu em 203,6 milhares (4,3%) elevando o número de postos de trabalho perdidos desde o 2.º trimestre de 2008 para cerca de 440 mil, enquanto que o número de empregados por conta de outrem baixou 206,9 milhares.
Note-se, ainda, que o número dos chamados inativos disponíveis registou igualmente um aumento significativo correspondendo a 259,2 milhares, número que adicionado aos desempregados perfaz 1.183 milhares e que corresponde a 20,7% da população ativa corrigida dos ativos disponíveis.
PS: Em 2012 a taxa de desemprego média anual situou-se nos 15,7% o que representa mais 0,2 pp do que o valor constante no cenário macroeconómico do Relatório do Orçamento do Estado para 2013, parecendo, igualmente, cada vez mais inexequível que a taxa de desmeprego média em 2013 se venha a situar nos 16,4% previstos nesse documento o que torna ainda mais dificil o cumprimento do objetivo de 4,5% do PIB para o défice orçamental.
Este resultado foi obtido apesar da redução significativa de 51,5 milhares (0,9%) da população ativa e que o número de empregados no último ano se reduziu em 203,6 milhares (4,3%) elevando o número de postos de trabalho perdidos desde o 2.º trimestre de 2008 para cerca de 440 mil, enquanto que o número de empregados por conta de outrem baixou 206,9 milhares.
Note-se, ainda, que o número dos chamados inativos disponíveis registou igualmente um aumento significativo correspondendo a 259,2 milhares, número que adicionado aos desempregados perfaz 1.183 milhares e que corresponde a 20,7% da população ativa corrigida dos ativos disponíveis.
PS: Em 2012 a taxa de desemprego média anual situou-se nos 15,7% o que representa mais 0,2 pp do que o valor constante no cenário macroeconómico do Relatório do Orçamento do Estado para 2013, parecendo, igualmente, cada vez mais inexequível que a taxa de desmeprego média em 2013 se venha a situar nos 16,4% previstos nesse documento o que torna ainda mais dificil o cumprimento do objetivo de 4,5% do PIB para o défice orçamental.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Comércio internacional - dezembro 2012
De acordo com os dados hoje divulgados pelo INE, em dezembro as exportações (em sentido lato, ou seja incluindo transmissões intracomunitárias) portuguesas registaram uma taxa de variação homóloga de -3,2% (-0,1% no mês anterior) e as importações (também em sentido lato) reduziram-se em 7,9% (-6,2% no mês anterior).
No conjunto do quarto trimestre as taxas de varialção homóloga foram de +1,0% para as exportações e -3,0% para as importações o que indica um menor contributo da procura externa líquida para o crescimento do PIB neste trimestre significativamente inferior à verificada no 3.º trimestre (no qual as exportações e importações registaram taxas de variação homóloga de +4,4% e -5,0%, respetivamente.
No conjunto do quarto trimestre as taxas de varialção homóloga foram de +1,0% para as exportações e -3,0% para as importações o que indica um menor contributo da procura externa líquida para o crescimento do PIB neste trimestre significativamente inferior à verificada no 3.º trimestre (no qual as exportações e importações registaram taxas de variação homóloga de +4,4% e -5,0%, respetivamente.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Indicadores de confiança - janeiro 2013
Os resultados dos inquéritos de confiança relativos ao mês de janeiro hoje diivulgados pelo INE indicam que o indice de confiança dos consumidores continuou a tendência recuperação dos mínimos históricos registados em outubro subindo ligeiramente para -57,8 pontos (+0,7 pontos).
No comércio a retalho e nos serviços a tendência observada foi igualmente positiva, verificando-se uma subida de 0,4 pontos (para -24,0 pontos) e de 0,9 pontos (para -31,0 pontos).
Inversamente, registou-se uma ligeira deterioração nos indicadores da indístria transformadora (que reduziu-se 0,4 pontos para -14,4 pontos) e da construção (que baixou 0,7 pontos para -68,2 pontos).
No comércio a retalho e nos serviços a tendência observada foi igualmente positiva, verificando-se uma subida de 0,4 pontos (para -24,0 pontos) e de 0,9 pontos (para -31,0 pontos).
Inversamente, registou-se uma ligeira deterioração nos indicadores da indístria transformadora (que reduziu-se 0,4 pontos para -14,4 pontos) e da construção (que baixou 0,7 pontos para -68,2 pontos).
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Síntese de execução orçamental - janeiro de 2013
De acordo com o boletim de execução orçamental da DGO o saldo rpovisório das administrações públicas relevante para o cumprimento do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro terá ascendido a -8.328,8 milhões de euros - 700 milhões de euros abaixo do limite estabelecido de 9.028 milhões de euros.
Para este resultado contribuiu a evolução da despesa da Administração Central e da Segurança Social a qual decresceu cerca de 2,1% para que contribuiu nomeadamente o comportamento da despesa com pessoal (-17,9%), as transferências de capital (-27,7%) e as outras transferências correntes (-27,7%), tendo a despesa primária registado uma redução de 3,6% (-5,9%, excluindo o efeito do programa de regularização das dívidas do setor da saúde).
Enquanto que, por outro lado, a receita efetiva reduziu-se em 3,2%, que reflete a evolução negativa da receita fiscal (-6,1%) e das contribuições sociais (-7,1%).
Para este resultado contribuiu a evolução da despesa da Administração Central e da Segurança Social a qual decresceu cerca de 2,1% para que contribuiu nomeadamente o comportamento da despesa com pessoal (-17,9%), as transferências de capital (-27,7%) e as outras transferências correntes (-27,7%), tendo a despesa primária registado uma redução de 3,6% (-5,9%, excluindo o efeito do programa de regularização das dívidas do setor da saúde).
Enquanto que, por outro lado, a receita efetiva reduziu-se em 3,2%, que reflete a evolução negativa da receita fiscal (-6,1%) e das contribuições sociais (-7,1%).
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