De acordo com os dados hoje divulgados pelo INE, em janeiro as exportações em sentido lato (i.e., incluindo as transmissões intracomunitárias) aumentaram 5,6% face a janeiro de 2012 (-2,9% no mês anterior), enqaunto que as importações (incluindo as aquisições intracomunitárias) registaram uma quebra de 6.9% (-6,7% no mês anterior). Excluindo os combustíveis e produtos lubrificantes, as exportações aumentaram 4,1% (-2,3% no mês anterior) e as importações reduziram-se -3,8% (-8,8% no mês anterior). Para a evolução favorável das exportações em janeiro contribui particularmente o aumento das exportações extracomunitárias que registaram um aumento de 12,0% (+2,8% em dezembro), embora as transmissões intracomunitárias tenham, também, evoluído positivamente registando um crescimento de 3,3% (-5,4% no mês anterior) interrompendo uma série de 4 meses consecutivos em que se registaram taxas de variação homólogas negativas.
Entretanto, em janeiro a taxa de variação homóloga (tvh) do volume de negócios dos serviços foi de -6,2% (-12,6% no mês anterior) e o emprego apresenta uma tvh de -6,3% (-6,4 no mês anterior).
terça-feira, 12 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
Evolução do PIB - 4.º trimestre 2012
Os dados hoje divulgados pelo INE confirmam que no quarto trimestre de 2012, o PIB a preços constantes terá ficado 3,8% (-3,5% no trimestre anterior) abaixo do valor registado no mesmo período de 2011 e 1,8% abaixo do verificado no período anterior (o que corresponde a uma taxa de variação anualizada de -7,1%).
Esta evolução negativa resultou de uma taxa de variação homologa (tvh) de -4,7% da procura interna (-7,1% no trimestre anterior), que registou quebras expressivas em todas as suas componentes. Com efeito, o consumo das famílias registou uma tvh de -5,3%, enquanto que o consumo das administrações públicas caiu -4,7%, sendo no entanto de assinalar a atenuação no ritmo de queda do investimento que registou uma tvh de -2,6% (-14,4% n o trimestre anterior) que contudo se parece ter ficado a dever quase exclusivamente à variação das existências (+285,4 milhões de euros).
Pelo seu lado, a procura externa teve um contributo positivo em resultado da queda das importações de -3,1% (embora a um ritmo menos acentuado que no trimestre anterior em que se registou um tvh de -8,1%), sendo no entanto de assinalar a ligeira redução das exportações face ao trimestre homólogo de 2012 de -0,5%. O que contribuiu para a evolução do saldo externo que registou neste trimestre um défice de apenas 155,1 milhões de euros (que compara com 555,2 milhões verificados no quarto trimestre de 2011), contribuindo para a reduçãodas necessidades de financiamento no exterior que no conjunto dos últimos 4 trimestres registaram mesmo um superávite de 0,4% do PIB.
Finalmente, saliente-se que o volume de emprego por conta de outrem registou uma redução de 5,1% face ao quarto trimestre de 2011 (o que respresenta um novo agravamento face ao valor registado no trimestre anterior: -4,8%), e que a redução acumulada do emprego total desde o segundo trimestre de 2008 ascende já a um total de cerca de 598,8 milhares.
PS: Excluindo o efeito da variação das existências, a queda do PIB teria sido significativamente mais pronunciada e corresponderia a cerca de 4,5% face ao quarto trimesttre de 2011 e 2,6 % face ao trimestre anterior.
Esta evolução negativa resultou de uma taxa de variação homologa (tvh) de -4,7% da procura interna (-7,1% no trimestre anterior), que registou quebras expressivas em todas as suas componentes. Com efeito, o consumo das famílias registou uma tvh de -5,3%, enquanto que o consumo das administrações públicas caiu -4,7%, sendo no entanto de assinalar a atenuação no ritmo de queda do investimento que registou uma tvh de -2,6% (-14,4% n o trimestre anterior) que contudo se parece ter ficado a dever quase exclusivamente à variação das existências (+285,4 milhões de euros).
Pelo seu lado, a procura externa teve um contributo positivo em resultado da queda das importações de -3,1% (embora a um ritmo menos acentuado que no trimestre anterior em que se registou um tvh de -8,1%), sendo no entanto de assinalar a ligeira redução das exportações face ao trimestre homólogo de 2012 de -0,5%. O que contribuiu para a evolução do saldo externo que registou neste trimestre um défice de apenas 155,1 milhões de euros (que compara com 555,2 milhões verificados no quarto trimestre de 2011), contribuindo para a reduçãodas necessidades de financiamento no exterior que no conjunto dos últimos 4 trimestres registaram mesmo um superávite de 0,4% do PIB.
Finalmente, saliente-se que o volume de emprego por conta de outrem registou uma redução de 5,1% face ao quarto trimestre de 2011 (o que respresenta um novo agravamento face ao valor registado no trimestre anterior: -4,8%), e que a redução acumulada do emprego total desde o segundo trimestre de 2008 ascende já a um total de cerca de 598,8 milhares.
PS: Excluindo o efeito da variação das existências, a queda do PIB teria sido significativamente mais pronunciada e corresponderia a cerca de 4,5% face ao quarto trimesttre de 2011 e 2,6 % face ao trimestre anterior.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Eurosondagem - março 2013
PS: 35,2% (+1,1)
PSD: 27% (-0,6)
CDU: 12,1% (+0,5)
CDS/PP: 9% (-0,5)
BE: 8% (-0,4)
Os resultados da sondagem realizada pela Eurosondagem para o Expresso e a SIC indicam uma descida das intenções de voto nos partidos que apoiam o governo e uma subida do PS que vê alargar a sua vantagem sobre o PSD para 8,2 pontos percetuais e do PCP que vê consolidada a terceira posição nas intenções de voto. De referir, ainda, a queda de popularidade do Presidente da República (-5,2 pontos para +3,6), primeiro-ministro (-2,1 pontos para -4,9) e do governo (-0,2 pontos para -23,6) e a subida da popularidade dos líderes do PS (+2,1 pontos para 20,3) e do CDS-PP (+2,7 pontos para 19,4).
PSD: 27% (-0,6)
CDU: 12,1% (+0,5)
CDS/PP: 9% (-0,5)
BE: 8% (-0,4)
Os resultados da sondagem realizada pela Eurosondagem para o Expresso e a SIC indicam uma descida das intenções de voto nos partidos que apoiam o governo e uma subida do PS que vê alargar a sua vantagem sobre o PSD para 8,2 pontos percetuais e do PCP que vê consolidada a terceira posição nas intenções de voto. De referir, ainda, a queda de popularidade do Presidente da República (-5,2 pontos para +3,6), primeiro-ministro (-2,1 pontos para -4,9) e do governo (-0,2 pontos para -23,6) e a subida da popularidade dos líderes do PS (+2,1 pontos para 20,3) e do CDS-PP (+2,7 pontos para 19,4).
sexta-feira, 1 de março de 2013
Vendas a retalho e produção industrial - janeiro de 2013
De acordo com o INE, em janeiro de 2013 as vendas a retalho registaram uma taxa de variação mensal homóloga de -3,7% (-9,4% em dezembro de 2012), enquanto que o emprego e as remunerações neste setor registaram quedas de 5,6% (5,9% em dezembro de 2012) e 8,4% (7,6% em dezembro de 2012), respetivamente.
Por sua vez, a produção industrial total registou uma taxa de variação homologa mensal de -1,5% (-4,3% no mês anterior), enquanto o indice produção na industria transformadora recuou 3,4% (-3,5% em dezembro de 2012).
Por sua vez, a produção industrial total registou uma taxa de variação homologa mensal de -1,5% (-4,3% no mês anterior), enquanto o indice produção na industria transformadora recuou 3,4% (-3,5% em dezembro de 2012).
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Indicador de sentimento económico - fevereiro de 2013
O indicador de sentimento económico na União Europeia registou um aumento de 1,2 pontos para 92,0 pontos, o que embora confirme a tendência de recuperação do mês anterior constitui um registo ainda significativamente abaixo dos 100 pontos que correspondem à média de longo prazo. Por setores registaram-se recuperações na indústria (+1,2 pontos para -10,2 pontos) e nos serviços (+0,9 pontos para -6,0 pontos) e na confiança dos consumidores (+0,3 pontos para -21,6 pontos), enquanto que em sentido contrário, se verificou uma deterioração da confiança nos setores do comércio a retalho (-0,8 pontos para -10,2 pontos) e na construção (-0,4 pontos para -30,3 pontos).
Por países registaram-se o sentimento evonómico evoluiu positivamente na Alemanha (+2,5 pontos para 102,0 pontos), Espanha (+1,5 pontos para 89,7 pontos), França (+1,3 pontos para 90,1 pontos) e Itália (+0,3 pontos para 83,9 pontos), tendo recuado no Reino Unido (-0,5 pontos para 97,1 pontos).
Em Portugal, a evolução foi positiva tendo este indicador aumentado 2,3 pontos (para 81,5 pontos).
Por países registaram-se o sentimento evonómico evoluiu positivamente na Alemanha (+2,5 pontos para 102,0 pontos), Espanha (+1,5 pontos para 89,7 pontos), França (+1,3 pontos para 90,1 pontos) e Itália (+0,3 pontos para 83,9 pontos), tendo recuado no Reino Unido (-0,5 pontos para 97,1 pontos).
Em Portugal, a evolução foi positiva tendo este indicador aumentado 2,3 pontos (para 81,5 pontos).
Indicadores de confiança - fevereiro de 2013
Os indicadores de confiança hoje divulgados pelo INE revelam uma subida da confiança dos consumidores, com o respetivo indicador a situar-se nos -52,8 pontos (+ 5 pontos do que em janeiro), continuando a tendência de lenta recuperação depois dos mínimos atingidos em setembro de 2012 (-61,1 pontos), o mesmo sucendendo no setor do comércio a retalho em que o indicador de confiança aumentou 5,3 pontos (para -18,7 pontos), na construção onde se registou um aumento de 3,8 pontos (para -64,4 pontos) e nos serviços onde se registou um aumento de 0,9 pontos (para -30,1 pontos).
Na indústria de transformadora o indicador de confiança aumentou 0,9 pontos (para -17,5 pontos), sendo, no entanto, de assinalar a deterioração da componente relativa à situação da procura externa que baixou 5,4 pontos (para -36,4 pontos).
Na indústria de transformadora o indicador de confiança aumentou 0,9 pontos (para -17,5 pontos), sendo, no entanto, de assinalar a deterioração da componente relativa à situação da procura externa que baixou 5,4 pontos (para -36,4 pontos).
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Previsões de inverno da Comissão Europeia
De acordo com as previsões hoje divulgadas pela Comissão Europeia, em 2013, o conjunto dos países da União Europeia deverá registar um crescimento de apneas 0,1% enquanto que na zona euro teremos uma contração do produto de 0,3%, com sete países em recessão (Grécia: -4,4%, Chipre: -3,5%, Eslovénia: -2,0%; Portugal: -1,9%, Espanha: -1,4%, Itália: -1,0% e Holanda: -0,6%), enquanto que Alemanha e França deverão crescer apenas 0,5% e 0,1%, respetivamente.
Relativamente às previsões de Outono as revisões em baixa do crescimento foram de apenas 0,1 pontos percentuais (pp) para a União Europeia e de 0,4 pp para a zona euro, enquanto que para Portugal essa revisão em baixa foi de 0,9 pp, com reflexos na taxa de crescimento do emprego que na nova previsão dever-se-á contrair 2,7% e na taxa de desemprego média anual que deverá atingir os 17,3%.
Para esta evolução mais negativa do que o anteriormente antecipado contribui quer um menor dinamismo do consumo privado (que a Comissão projeta que deva reduzir-se em 2,8% contra a previsão anterior de 1,7%), do investimento (-8,0% contra -4,6%) e das exportações (+1,4% contra +2,7%) a qual é contudo contrariada por uma redução mais significativa das importações (-3,1% contra -1,1%) conduzidndo a que o contributo global da procura externa líquida seja agora mais ligeiramente positivo (1,8% contra 1,5%).
No que se refere à evolução das contas públicas a Comissão Europeia prevê agora que o d´feice orçamental venha a corresponder a um défice orçamental -4,9% do PIB (um desvio de 0,5 pp face ao objetivo de 4,5%) e que a dívida pública ascenda a 123,9% do PIB (+0,4 pp do que nas projeções de Outono), sendo de assinalar que se verifica também um aumento da projeção do défice ajustado do ciclo (-3,0% do PIB contra a previsão anterior de 2,5% do PIB) e do défice estrutural (-3,1% do PIB contra a previsão anterior de -2,5% do PIB).
Relativamente às previsões de Outono as revisões em baixa do crescimento foram de apenas 0,1 pontos percentuais (pp) para a União Europeia e de 0,4 pp para a zona euro, enquanto que para Portugal essa revisão em baixa foi de 0,9 pp, com reflexos na taxa de crescimento do emprego que na nova previsão dever-se-á contrair 2,7% e na taxa de desemprego média anual que deverá atingir os 17,3%.
Para esta evolução mais negativa do que o anteriormente antecipado contribui quer um menor dinamismo do consumo privado (que a Comissão projeta que deva reduzir-se em 2,8% contra a previsão anterior de 1,7%), do investimento (-8,0% contra -4,6%) e das exportações (+1,4% contra +2,7%) a qual é contudo contrariada por uma redução mais significativa das importações (-3,1% contra -1,1%) conduzidndo a que o contributo global da procura externa líquida seja agora mais ligeiramente positivo (1,8% contra 1,5%).
No que se refere à evolução das contas públicas a Comissão Europeia prevê agora que o d´feice orçamental venha a corresponder a um défice orçamental -4,9% do PIB (um desvio de 0,5 pp face ao objetivo de 4,5%) e que a dívida pública ascenda a 123,9% do PIB (+0,4 pp do que nas projeções de Outono), sendo de assinalar que se verifica também um aumento da projeção do défice ajustado do ciclo (-3,0% do PIB contra a previsão anterior de 2,5% do PIB) e do défice estrutural (-3,1% do PIB contra a previsão anterior de -2,5% do PIB).
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